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Uma das nuances de se assistir tantos filme em um ano, é que muitas vezes não se esta com cabeça para filmes mais complexos e acabasse vend...

Uma das nuances de se assistir tantos filme em um ano, é que muitas vezes não se esta com cabeça para filmes mais complexos e acabasse vendo qualquer coisa ou produções que possa ignorar. Como esse Um Jantar para Idiotas, dirigido por Jay Roach, mais conhecido pelos filmes do agente Austin Powers. O interessante também, é que essas obras tapa buraco que são assistidas sem expectativa nenhuma podem surpreender. Mesmo que não chegando a um status de notável, Um Jantar para Idiotas consegue ser divertido e engraçado, se apoiando na boa química e timing cômico da dupla de protagonistas formada por Steve Carrell e Paul Rudd.

Na trama, Tim (Paul Rudd), é um executivo ascendendo na empresa aonde trabalha e que consegue impressionar seu chefe ganhando um cliente rico. Animado, o mesmo chefe, convida Tim para um jantar que promove todos os meses em sua casa. O intuito do encontro é que pessoas ligadas ao patrão levem outras pessoas risíveis ou idiotas como o próprio titulo sugere e ao final da noite uma delas é agraciada com o troféu de mais idiota. Nesse momento, é quando entra Barry (Steve Carrell) na historia, fiscal do imposto de renda, abandonado pela esposa, atrapalhado, mas sujeito de bom coração, que vive para o hobby de criar maquetes temáticas com ratos empalhados. Bom, nem preciso dizer que Barry é a vitima perfeita para Tim levar ao festival de aberrações do tresloucado jantar.
  
Um Jantar para Idiotas não deixa de ter piadas infames, tão comuns nas comedias americanas mais recentes, mas também não deixa de investir nos chamados “bromances”, historias de amizade entre homens que vem sendo cada vez mais exploradas no cinema ianque como em Superbad, Eu te amo, Cara, Segurando as Pontas, entre outros menos famosos. O filme também apresenta coadjuvantes conhecidos, como o sempre chato Zack Galifianakis e o sumido Ron Livingston. Um filme que talvez valha uma conferida, ainda mais como forma de escapismo

  Nessa nova aventura, o bando de Lobos vai para a Tailândia celebrar o casamento do dentista Stu ( Ed Helms ) e mais uma vez se metem em...


Nessa nova aventura, o bando de Lobos vai para a Tailândia celebrar o casamento do dentista Stu (Ed Helms) e mais uma vez se metem em uma noite de bebedeiras e loucuras. No dia seguinte, percebem que Teddy (Mason Lee), irmão da noiva, sumiu. Então saem por Bangkok à procura do rapaz, novamente sem lembrar de nada do que aconteceu.
Se Beber, Não Case! Parte 2 é mais do mesmo, com as repetidas situações do primeiro, mas exploradas muito bem. Digo até que achei essa produção superior a anterior. Talvez pelo aspecto do filme que contrasta situações cômicas com momentos que remetem a filmes de suspense. Li uma entrevista do ator Ed Helms em que diz que se tirarem as piadas, o filme vira um excelente thriller, concordo plenamente.
A obra do diretor Todd Philips também capricha nas piadas sujas, algumas beirando a escatologia, mas que funcionam muito bem no contexto da historia. O filme ousa em mostrar diversas cenas de nu frontal masculino e a todo tempo sacaneia a cidade de Bangkok, que é representada como uma verdadeira selva underground de tipos estranhos e lugares inóspitos. Se houver mais uma continuação, eles poderiam vir celebrar o casamento no RJ, seria hilário ver o bando de Lobos se enveredarem por favelas, bailes funks, Vila Mimosa e outros lugares tão agradáveis que temos por aqui.
Os atores mantêm o mesmo timing cômico do primeiro e nesse o personagem Mr. Chow (Ken Jeong), o bandido internacional, rouba muitas cenas, de rachar o bico a sequência em que o macaco aperta o seu minúsculo pinto. Aliás, uma das boas aquisições é a presença do macaquinho traficante. No mais, Ed Helms é o melhor em cena, fazendo o tipo certinho que só se da mal e protagonizado as cenas mais bad - trip, Bradley Cooper continua usando da sua boa aparência e bom mocismo para fazer piadas e Zach Galifianakis repete o papel de gordinho chato e paranóico, mas com mais destaque, a cena em que mostra como vê o mundo, em que todos são crianças também ficou muito boa e engraçada. Justin Bartha faz uma participação burocrática e Paul Giamatti aparece bem em uma ponta. O epílogo com uma participação especial ilustre finaliza muito bem o filme.
Se Beber, Não Case! Parte 2 é um filme que me fez rir bastante, mas é uma realização que pode ofender; principalmente quem curte comédias mais tradicionais. Para ser assistido com os amigos, de preferência com uma cerveja na mão. Nota 07.

Pete Highman ( Robert Downey Jr. ) vai ter o seu primeiro filho e gostaria de presenciar o parto, mas está longe de casa. Dentro do avião, n...

Pete Highman (Robert Downey Jr.) vai ter o seu primeiro filho e gostaria de presenciar o parto, mas está longe de casa. Dentro do avião, na viagem de volta, se envolve em uma briga com Ethan Tremblay (Zach Galifianakis), um amalucado aspirante a ator. Acabam sendo expulsos do avião, confundidos com terroristas e entrando na lista dos proibidos de voar nos EUA. Tendo perdido seus documentos, a única opção de Pete de conseguir chegar a tempo do nascimento do filho, é embarcar numa viagem de carro com Ethan, aonde várias situações inusitadas vão acontecer. 

Um Parto de Viagem é uma obra com trama requentada, remetendo a outras comédias como Férias Frustadas e Antes só do que mal acompanhado, e ainda embarcando na onda dos filmes sobre amizade entre homens, que andam  sendo bastante exploradas ultimamente (vide Superbad, Segurando as Pontas, Eu te amo, Cara...mas sem a mesma competência). O filme é curto, mas mesmo assim difícil de acompanhar, até porque os personagens são chatos, principalmente o de Zach Galifianakis (uma espécie de novo Jack Black). Acho que o Diretor Todd Phillips, depois do sucesso de Se Beber, Não Case (que é um filme médio na minha opinião), achou que poderia emular os filmes da década de 80 com excelência sempre, mas não é bem assim e até para uma comédiazinha despretensiosa precisa - se ter uma premissa interessante, coisa que a obra anterior tinha e foi desenvolvida de maneira melhor que essa. 

Quando o filme começa, na cena do avião, parece até que vai ser bem engraçado, mas logo depois o que vemos são várias cenas constragedoras, como uma em que Ethan se masturba ao lado de Pete, dentro do carro, como desculpa para poder dormir ou quando um ex - combatente deficiente entra em uma briga com eles. A única cena engraçada do filme, é quando eles ficam chapados de maconha dentro do carro, escutando Hey You do Pink Floyd e rola uma viagem com direito a alucinações do personagem de Downey Jr.. No mais, é atração monótona e sonífera. Nota 04.