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“Era uma jovem atraente e tinha pretendentes.   Sua mãe, portanto, ficou desolada ao saber...   que ela se casaria com William Munny,   c...


“Era uma jovem atraente e tinha pretendentes.
 Sua mãe, portanto, ficou desolada ao saber...
 que ela se casaria com William Munny,
 conhecido ladrão e assassino...
 homem de temperamento notoriamente cruel e intempestivo.
 Ela não foi morta por ele,
 como sua mãe talvez...esperasse, mas por varíola.
 Foi em 1878.”


Depois de duas bombas em seqüência, somente um filmaço para acalmar os ânimos e trazer um pouco de paz. Os Imperdoáveis é uma obra perfeita, tanto nas atuações e trama, quanto na parte técnica, com fotografia belíssima (ressaltada em alta definição), trilha sonora marcante e reconstituição de época impecável.

O diretor/roteirista/ator Clint Eastwood fecha com chave de ouro a sua relação com westerns e cria uma obra icônica, vencedora de 4 Oscars (Filme, Diretor, Ator Coadjuvante e Edição). Um filme repleto de momentos marcantes, na verdade, acho que praticamente todas as seqüências são perfeitas, com Eastwood talhando o filme com mão de artesão e dando sinais do rumo que daria a sua carreira, com recorrentes boas tramas que mostram relações humanas entre pessoas desajustadas.


Uma realização também de atuações perfeitas e que tem nos diálogos afiados os grandes duelos. Atores como Gene Hackman e Richard Harris, talvez não tenham entregado atuações notáveis depois desse trabalho, confirmando o já conhecido talento que o velho Clint tem para dirigir atores. Morgan Freeman também ganha destaque como Ned Logan, antigo parceiro de matança de William Munny.

Os Imperdoáveis é uma obra – prima que cravou o personagem William Munny no subconsciente cinematográfico e apresentou o lado mais talentoso do diretor, que desde então vem sempre nos brindando com belíssimas obras. Nota 10.


Little Bill Dagget (Gene Hackman):     “Eu não mereço isso.”
                                                           “Morrer assim.”
                                                           “Estou construindo uma casa.”

Willian Munny (Clint Eastwood) : “Merecer não tem nada a ver com isso.”

Little Bill Dagget : “Verei você no inferno, William Munny.”

Willian Munny :     “Agora vou sair daqui!”
                            “Quem aparecer na minha frente vai morrer!”
                            “Qualquer desgraçado que atirar em mim...
                              não mato só ele, mato a mulher dele...
                              todos os amigos dele...
                             e queimo a casa dele!”
                           “É melhor não fazerem nada
                            de ruim com as prostitutas!”
                           “Senão, eu volto e mato todos vocês,
                            desgraçados.”

Red – Aposentados e Perigosos é uma comedia de ação sarrista que tem Bruce Willis como protagonista, fazendo par romântico com Marie-Lo...


Red – Aposentados e Perigosos é uma comedia de ação sarrista que tem Bruce Willis como protagonista, fazendo par romântico com Marie-Louise Parker, alem de outros atores mais famosos por filmes dramáticos como Helen Mirren e John Malkovich, e Morgan Freeman fazendo seu tradicional papel de coadjuvante simpático.
A trama não é das mais complicadas, ex – agentes da CIA começam a ser caçados por terem um suposto envolvimento em uma antiga missão com o atual vice – presidente americano, o verdadeiro motivo da missão, se descoberto, pode sujar a imagem do político.
A premissa é a mola propulsora para varias seqüências de ação, algumas bem explosivas e com armas gigantes. Todos os atores parecem bem à vontade nos seus personagens, claramente se divertindo. O destaque é para Helen Mirren que faz uma agente que manteve um envolvimento amoroso com um agente russo durante a Guerra Fria. As cenas mais engraçadas são protagonizadas por John Malkovich que faz um agente extremamente neurótico.
Uma obra que não tem muito que escrever, vale pela oportunidade de ver atores veteranos fazendo um filme de ação e Bruce Willis satirizando ele mesmo. Boa como distração. Nota 06.