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  Colter Stevens ( Jake Gyllenhaal ) é um militar que acorda no corpo de outra pessoa dentro de um trem, e nos próximos minutos, desorienta...


Colter Stevens (Jake Gyllenhaal) é um militar que acorda no corpo de outra pessoa dentro de um trem, e nos próximos minutos, desorientado, vê o trem explodir, segundos depois está em uma espécie de cápsula. Logo, o que Colter acaba de descobrir é que ele faz parte de um projeto cientifico do governo americano chamado Código Fonte, que consiste em visitar realidades paralelas e evitar acontecimentos trágicos.
 No caso, a missão de Colter é voltar ao trem e impedir que o mesmo exploda, achar o terrorista responsável e evitar que uma outra explosão de proporções maiores aconteça, isso tudo em apenas oito minutos, que é o tempo que a inserção nessa realidade alternativa pode durar.
Contra o Tempo é um filme que se assemelha bastante a Efeito Borboleta de 2004, devido as constantes repetições de cenas, mas que invés de investir nas viagens no tempo, explora o tema das realidades alternativas. A obra do diretor Duncan Jones, do interessante Lunar de 2009, é um thriller dos mais envolventes e tensos lançados ultimamente, mas peca por ter soluções obvias e como nas maiorias dos filmes que envolvem militares americanos, exacerbarem no patriotismo.
O protagonista Jake Gyllenhaal tem demonstrado um bom timing para filmes de ação, mas toda a baboseira militar patriótica acaba diminuindo o seu personagem, que tem as melhores cenas quando esta com Christina (Michelle Monaghan), os dois demonstram uma boa química que é pouco explorada na obra. Um filme que nas mãos de outro diretor mais experiente renderia uma obra mais complexa. Nota 6,5.

Pete Highman ( Robert Downey Jr. ) vai ter o seu primeiro filho e gostaria de presenciar o parto, mas está longe de casa. Dentro do avião, n...

Pete Highman (Robert Downey Jr.) vai ter o seu primeiro filho e gostaria de presenciar o parto, mas está longe de casa. Dentro do avião, na viagem de volta, se envolve em uma briga com Ethan Tremblay (Zach Galifianakis), um amalucado aspirante a ator. Acabam sendo expulsos do avião, confundidos com terroristas e entrando na lista dos proibidos de voar nos EUA. Tendo perdido seus documentos, a única opção de Pete de conseguir chegar a tempo do nascimento do filho, é embarcar numa viagem de carro com Ethan, aonde várias situações inusitadas vão acontecer. 

Um Parto de Viagem é uma obra com trama requentada, remetendo a outras comédias como Férias Frustadas e Antes só do que mal acompanhado, e ainda embarcando na onda dos filmes sobre amizade entre homens, que andam  sendo bastante exploradas ultimamente (vide Superbad, Segurando as Pontas, Eu te amo, Cara...mas sem a mesma competência). O filme é curto, mas mesmo assim difícil de acompanhar, até porque os personagens são chatos, principalmente o de Zach Galifianakis (uma espécie de novo Jack Black). Acho que o Diretor Todd Phillips, depois do sucesso de Se Beber, Não Case (que é um filme médio na minha opinião), achou que poderia emular os filmes da década de 80 com excelência sempre, mas não é bem assim e até para uma comédiazinha despretensiosa precisa - se ter uma premissa interessante, coisa que a obra anterior tinha e foi desenvolvida de maneira melhor que essa. 

Quando o filme começa, na cena do avião, parece até que vai ser bem engraçado, mas logo depois o que vemos são várias cenas constragedoras, como uma em que Ethan se masturba ao lado de Pete, dentro do carro, como desculpa para poder dormir ou quando um ex - combatente deficiente entra em uma briga com eles. A única cena engraçada do filme, é quando eles ficam chapados de maconha dentro do carro, escutando Hey You do Pink Floyd e rola uma viagem com direito a alucinações do personagem de Downey Jr.. No mais, é atração monótona e sonífera. Nota 04.