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Um dos representantes de melhor qualidade dos filmes de terror com temática rural realizados nos anos 70 nos EUA, que teve como o maior expo...

Um dos representantes de melhor qualidade dos filmes de terror com temática rural realizados nos anos 70 nos EUA, que teve como o maior expoente em O Massacre da Serra Elétrica de Tobe Hoper em 1974. Quadrilha de Sádicos se mostra como uma obra visceral e pulsante ainda nos dias de hoje. Em sua segunda realização, o diretor Wes Craven, talvez tenha concebido sua melhor obra, mesmo depois tendo realizado o cultuado A Hora do Pesadelo, que com certeza é mais representativo para sua carreira.

Craven foi genial em colocar um dos melhores prazeres da família media americana, que é cruzar o país em seus moto-homes, em uma situação extremamente aterrorizante: o veiculo quebrado no meio de um deserto inóspito, aonde são espreitados por uma quadrilha de sádicos, como o próprio titulo nacional sugere, frutos, provavelmente, de mutações sofridas por constantes testes nucleares realizados nos arredores. O diretor usa uma câmera quase documental, com uma fotografia pigmentada que exalta em muito a sensação doentia que a trama passa: pessoas normais e até um bebê em meio a loucos que tem como intenção devora-las.

Claro que Quadrilha de Sádicos, pode soar mais light para públicos acostumados ao porn-torture atual. O terror demora um pouco a acontecer, criando um clima angustiante, e quando explode, é de maneira violenta e crua, focando muitas vezes o rosto dos atores bem de perto, para captar bem seus sofrimentos. Ainda ganhou um remake interessante em 2006, intitulado Viagem Maldita, mas que apesar das boas qualidades, não ficará marcado na historia do cinema como esse.

Totalmente desnecessária mais uma seqüência/remake para a franquia Pânico criada em 1996 pelo diretor Wes Craven , mas quantas continuaçõe...



Totalmente desnecessária mais uma seqüência/remake para a franquia Pânico criada em 1996 pelo diretor Wes Craven, mas quantas continuações/refilmagens dispensáveis não vêm sido lançadas ultimamente? E até que Pânico 4 diverte, mesmo sem causar medo em ninguém.

A trama de Pânico 4 não é das mais misteriosas, Sidney Prescott (Neve Campbell), depois de dez anos ausente da cidade de Woodsboro, retorna para divulgar o livro que escreveu, dando seu ponto de vista dos assassinatos que presenciou. A sua visita a cidade faz desencadear uma nova onda de crimes protagonizados pelo serial killer Ghostface e claro que as desconfianças caem em cima de todos.

Personagens clássicos da franquia, como o policial Dewey Riley (David Arquette) e Gale Weathers (Courteney Cox) estão lá, com a adição de Jill Roberts (Emma Roberts), sobrinha de Sidney e que representa o mesmo papel que consagrou Neve Campbell. As tradicionais referencias a filmes de terror também não poderiam ficar de fora, mas desta vez satirizando os remakes e os filmes porn – tortures, como Jogos Mortais, tão comuns nesse inicio de século 21. O filme ainda tem um monte de participações e coadjuvantes famosos, como Anna Paquin, Hayden Panetiere, Kristen Bell, Rory Culkin, Adam Brody e Anthony Anderson, o que acaba sendo uma atração à parte assistir a morte de todos eles.

Pânico 4 é um filme totalmente previsível, do inicio ao fim, mas consegue ser cool e ter um bom ritmo, dando – se ao luxo de homenagear Giallos, Slashers e uma cena de veneração explicita ao Iluminado de Stanley Kubrick. Em certo momento um dos personagens cita uma das novas regras dos filmes de terror: o remake deve ser superior ao original, talvez Wes Craven não tenha conseguido, mas atinge uma outra nova regra: não ofender o original.   

O diretor Wes Craven investe mais uma vez no filão do filme de terror com adolescentes. Nesse A Sétima Alma ele apresenta uma obra muito ...


O diretor Wes Craven investe mais uma vez no filão do filme de terror com adolescentes. Nesse A Sétima Alma ele apresenta uma obra muito parecida com a sua franquia Pânico: uma cidade interiorana, o assassino mascarado misterioso, adolescentes imbecis e muito sangue. 
O detalhe para diferenciar as duas histórias é que nesse, Wes Craven cria um assassino estripador que some perto de um lago, nesse mesmo dia do suposto sumiço, sete crianças nascem, sendo uma delas filho do próprio estripador. Todos os anos, os jovens da cidade comemoram o dia do estripador junto com seus aniversários e na décima sexta comemoração o assassino volta a atacar e desconfianças recaem sobre todos da cidade. 
O principal personagem é Bug (Max Thieriot), um rapaz problemático e que carrega um segredo. Todas as atuações são bem estereotipadas, mas não teria como ser diferente pela proposta do filme. Wes Craven não inova, mas consegue segurar bem o suspense e o filme diverte, mas sem grandes sustos. Nota 06.

Será que alguém acredita que nunca tinha assistido a Pânico ? Bom, tinha um certo preconceito com esse filme, pois tinha assistido aos film...


Será que alguém acredita que nunca tinha assistido a Pânico? Bom, tinha um certo preconceito com esse filme, pois tinha assistido aos filmes da série Todo Mundo em Pânico e achava aquela máscara ridícula, e algumas cenas que tinha visto me passaram a impressão de que o assassino era meio bundão, se bem que, os assassinos são meio bundões mesmo, mas o filme até que é legal, nada mais que isso.
Acho que o grande trunfo do roteiro de Kevin Williamson, foi pegar os clichês de filmes de terror e explica - los ao espectador, usando como referência filmes famosos como Hora do Pesadelo, Halloween, Sexta - Feira 13, Candyman, dentre outros. 
O Diretor Wes Craven consegue segurar bem o suspense, só revelando no final os verdadeiros assassinos. O elenco jovem também é um atrativo. A cena com Drew Barrymore, no início, é a melhor do filme. As conversas com o assassino ao telefone foi uma grande sacada, mas para quem assitiu Todo Mundo em Pânico primeiro, meio que estraga um pouco o filme, pois fiquei esperando o tempo todo alguma piada acontecer e em alguns momentos parecem que elas vão acontecer mesmo.
Pânico, com certeza, é um filme que marcou epóca e tem muitos fãs, como meu bom amigo Brunão (B - Cine) que sempre me falou para assistir ao filme. Criou moda, a máscara do fantasminha é uma das mais vendidas de todos os tempos e lançou um bocado de atores (Neve Campbell, Skeet Ulrich, Courteney Cox, Rose McGowan), mas acho que assiti - lo uma vez é o suficiente. Ainda estou com o 2 e o 3 aqui em casa, será que vou encarar? Talvez. Nota 06.