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Grupo de amigos se reune em casa de praia para celebrar o casamento de Lila ( Anna Paquin ) e Tom ( Josh Duhamel ). Porém, Laura ( Katie Ho...


Grupo de amigos se reune em casa de praia para celebrar o casamento de Lila (Anna Paquin) e Tom (Josh Duhamel). Porém, Laura (Katie Holmes), uma das madrinhas e melhor amiga de Lila, é ex - namorada de longa data de Tom e por quem ainda nutre sentimentos e aparentemente Tom por ela também. Durante a noite antes da celebração, muitas situações vão acontecer, trazendo a tona antigos sentimentos e revelações para todos os amigos.
O Casamento do meu Ex (péssimo título nacional) poderia ter sido um grande filme romântico, se estivesse nas mãos de um diretor mais experiente e um elenco masculino mais talentoso. O protagonista Josh Duhamel é de uma apatia grande, de estranhar ter sido escalado para um filme desse. A trama também demora a engrenar e é pouco explorado o motivo pelo qual Tom e Laura se separaram ou porque não podem ficar juntos, já que se amam. No final, os motivos ficam parecendo meio bobos e sem sentido. Se fosse uma comédia romântica talvez se justificasse, mas o filme aposta em uma história mais séria, até certo ponto melancólica e o que ficou parecendo foi um episódio de Dawson´s Creek para adultos, até pela presença de Katie Holmes , revivendo seu papel de moçinha incompreendida.
As melhores cenas do filme são protagonizadas pelos coadjuvantes, que formam dois casais e em certo momento eles trocam de par, criando alguns bons momentos, com destaque para a cena entre Adam Brody e Malin Akerman, mostrando a intimidade entre ex - amantes, já que aparentemente todos do grupo de amigos já se relacionaram. Aliás, talvez o diretor tenha percebido que o melhor do filme eram essas sequências e acabou investindo nelas, o que tirou um pouco o foco do triângulo amoroso principal. Um filme que merecia melhor acabamento. Nota 05.

Nove aliens do Planeta Lorien são enviados a Terra para serem salvos dos seus inimigos, os Mogadorianos, conquistadores por natureza e que ...


Nove aliens do Planeta Lorien são enviados a Terra para serem salvos dos seus inimigos, os Mogadorianos, conquistadores por natureza e que acabam por devastar Lorien. Sabendo que sobreviventes foram enviados  para a Terra, eles iniciam uma caçada em solo terrestre. John (Alex Pettyfer) é um dos sobreviventes, o número 4 e próximo da lista de execuções dos Mogadorianos. John e Henry (Timothy Olyphant), seu protetor, refugiam - se em uma cidade pequena chamada Paradise, aonde John começa  a desenvolver seus poderes. Logo conhece Sarah (Dianna Agron), uma fotógrafa por quem se apaixona e Sam (Callan McAuliffe), um jovem que acredita que seu pai foi sequestrado por aliens. Enquanto isso, os Mogadorianos preparam a investida final contra John.
Eu sou o Número Quatro não é um filme ruim, mas também não é bom. Na verdade, uma diversão/produto na medida para o público jovem que lota cinemas para assistirem filmes com super - heróis e efeitos especiais. O diferencial nesse, talvez seja a direção de D. J. Caruso, que já mostrou habilidade para  criar tensão e suspense, e ainda lidar com temas jovens, vide as suas obras anteriores, Paranóia e Controle Absoluto. Outro ponto que talvez aproxime a história do público, é a semelhança com Super - Homem, que também é um alien e foi enviado a Terra para que sobrevivesse. Algumas cenas e a trilha sonora lembram bastante Smallville.
No mais, Eu sou o Número Quatro é um filme que pode ser esquecido rapidamente, porém, do jeito que  o mercado anda, talvez vire franquia, mas sem nenhuma necessidade. Nota 05.