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Outro clássico do cinema blaxipoitation, nesse, Pam Grier é Foxy Brown, uma mulher que se faz passar por prostituta (novamente), com objet...


Outro clássico do cinema blaxipoitation, nesse, Pam Grier é Foxy Brown, uma mulher que se faz passar por prostituta (novamente), com objetivo de se vingar dos traficantes assassinos do seu namorado, um ex - informante da policia. 
Foxy Brown é um filme que diverte, mas não tem a mesma qualidade de Coffy. Algumas cenas chegam a ser nosenses, poucos diálogos inspirados e o roteiro serve de disfarce para as cenas em que Pam Grier exibe seu belo corpo e dá sopapos em alguns desavisados. Destaque para a bela trilha sonora black music, com uma música que leva o título do filme, feita especialmente para a produção.
O diretor Jack Hill tenta repetir a fórmula de sua obra anterior, mas o que ficou parecendo foi uma obra repetitiva e, tirando os momentos de Pam de pouca roupa, meio insossa. Nota 05.

 

Clássico blaxpoitaition, filmes produzidos na década de 70 protagonizados por negros e de forte apelo sexual e violência;  e um dos filmes p...

Clássico blaxpoitaition, filmes produzidos na década de 70 protagonizados por negros e de forte apelo sexual e violência;  e um dos filmes preferidos de Quentin Tarantino, gostou tanto que até usou a atriz principal (Pam Grier) no seu filme homenagem blax Jackie Brown. Coffy é uma enfermeira que parte em uma vendeta contra os traficantes que deixaram sua irmã mais jovem em estado vegetativo pelo uso excessivo de drogas pesadas. A maneira que encontra para se aproximar dos criminosos é fazendo se passar por uma prostituta jamaicana, e usando seu belo corpo para atrai -los para a sua armadilha, como uma aranha viúva negra.O filme tem bons diálogos, apresentando elementos de contra - cultura, cenários undergrounds,  figurinos que reforçam a marca dos anos 70, trilha sonora black music excelente, cenas bem marcantes e inesquecíveis: como a briga das prostitutas durante uma festa em que a Coffy senta a mão na maioria delas ou a sequência final na casa do aspirante a deputado, digna de um Tarantino, aqui no caso, de um Jack Hill. Agora, convenhamos, o principal do filme com certeza é Pam Grier, que brilha como uma Rainha Negra Zulu, com seu black power e suas curvas que não deixam nada a dever as Black Booty Girls de hoje em dia, só a visão dela de lingerie, ou sem, já valeria o filme. Coffy, apesar de algumas soluções rasas, têm Pam Grier em estado de graça, com um roteiro bem costuradinho e um Diretor acostumado a filmes dessa natureza, resultado: uma obra antológica de qualidade acima da média. Nota 08.