Museu de Cera é um dos primeiros filmes a ter usado o recurso do 3D, nessa versão de 1953, o diretor André de Toth usa a história do professor Henry Jarrod (Vincent Price) e seu museu de cera, com recriações de cenas violentas da história mundial, para apresentar a até então nova tecnologia.
O filme teve bastante sucesso e até criou uma onda de filmes usando o 3D, mas sinceramente... esperava mais, não que seja ruim. Talvez os comentários que li e escutei sobre a obra tenham elevado a minha expectativa, mas achei Museu de Cera um tanto insosso, apesar das surpresas, comparado a outras realizações de terror da mesma epóca e de epócas um pouco anteriores.
Os pontos positivos são a atuação de Vincet Price, o seu professor Jarrod vai da educação e polidez extrema a psicopatia e obssessão insana, e a direção de arte, que também capricha nos cenários e na criação do segundo museu.
Museu de Cera é um filme que falha na construção de um clima de suspense, mas que compensa pela caracterização e atuação do seu protagonista, além de ter inovado, obrigando o expectador a usar aqueles óculos coloridos. Nota 06.


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