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Baseado em um conto de Philip K. Dick, Agentes do Destino narra a historia de David Norris ( Matt Damon ), um promissor político, que po...


Baseado em um conto de Philip K. Dick, Agentes do Destino narra a historia de David Norris (Matt Damon), um promissor político, que por forças maiores não pode ficar com o amor da sua vida, a bailarina Elise (Emily Blunt). A força maior no caso é Deus ou o Presidente, como é chamado no filme, que tem os Anjos como seus agentes.
Os agentes não sabem o motivo pelo qual David não pode ficar com Elise, mas fazem de tudo para que isso não aconteça. Porem, Harry (Anthony Mackie), o Anjo que segue David, meio que comovido com a historia (apesar dos Anjos não serem dotados de emoções) resolve ajuda – lo.
Agentes do Destino foi um filme que me surpreendeu, esperava uma obra bobinha, mas a realização do diretor estreante George Nolfi transita bem pelo romance e thriller, brincando com destino e com aquela situação do que aconteceria se você não tivesse feito isso ou aquilo. Sem contar a premissa cristã de que Deus tem um plano para todos nós.
A horda de agentes é uma atração a parte, todos caracterizados com elegantes ternos e chapeis que fazem com que possam atravessar portas que os levam a lugares mais variados, uma espécie de salto no tempo. As cenas em que usam as portas para perseguir David ou quando o agente Harry ensina a David como usa –las são bem legais e visualmente bonitas, a edição rápida das imagens também ajuda bastante.
Matt Damon aparece bem a vontade no papel, ele tem crescido nas suas ultimas atuações, mostrando – se um dos principais atores da atualidade e Emily Blunt esta linda demais, um deleite para os olhos, além de ser talentosa, difícil mesmo querer deixar essa mulher de lado. Terence Stamp faz uma boa participação como um agente meio carrasco. Um filme que vale a sessão. Nota 07.

Lemuel Gulliver ( Jack Black ) é um entregador de correspondência de uma redação de um jornal, apaixonado por Darcy Silverman ( Amanda Peet ...

Lemuel Gulliver (Jack Black) é um entregador de correspondência de uma redação de um jornal, apaixonado por Darcy Silverman (Amanda Peet), a redatora do caderno de viagens, acaba se metendo em um reportagem em que tem que viajar até o Triângulo das Bermudas. Navegando pelas águas dos triângulo, acontece um tornado, e ele é tragado e jogado em Lilliput, um mundo diferente, aonde são todos minúsculos e ele um gigante. Inicialmente, ele é tratado como uma fera, mas depois se torna herói do país na guerra contra os rivais.

Jack Black e elenco de bons comediantes novatos (Jason Segel, Emily Blunt, Chris O´Dowd) participam dessa mais nova subversão hollywoodiana de um clásssico da literatura. Após essa versão, com certeza, Jonathan Swift (autor do famoso livro) deve estar se debatendo no túmulo. Black encarna novamente o mesmo personagem de outros filmes seus (Escola de Rock, Tenacious - D, Rebobine Por Favor, Alta Fidelidade). O que era legal, já tá ficando chato, sempre o mesmo sujeito desleixado, meio nerd, fã de rock e cinema. Acho que isso já começou a irritar até os seus fãs, como eu.

Todo o charme do livro é perdido em detrimento as cenas escatológicas protagonizadas por Black, como uma em que apaga um incêndio urinando em cima do Castelo do Rei. Até os bons comediantes da nova safra como Jason Segel (do ótimo Ressaca de Amor) parecem meio perdidos no filme, junto com a bela Emily Blunt, protagonizando algumas cenas vergonhosas. O filme apela para referências pops (game guitar hero, cenas  de Star Wars e Titanic) e as manjadas canções de rock dos filmes de Black, como maneira de tentar aproximar o público do personagem, mas sem sucesso. De bom, tem a duração bem curta (80 minutos) e a bela Amanda Peet, que  não sei  porque aparece bem pouco. Filme totalmente dispensável, candidato a um dos piores do ano. Nota 02.